"Segurança na Cidade"
17 de Dezembro de 2009
A Associação Comercial de Lisboa, renovando a sua política de discussão dos principais temas de actualidade, organizou uma série de iniciativas e debates, com a moderação da jornalista Fátima Campos Ferreira, sobre o tema da qualidade de vida na cidade de Lisboa e a forma de a tornar mais atractiva e dinâmica. As iniciativas e debates que compõem este projecto denominado “Lisboa, Cidade Competitiva e Integradora” têm como objectivo criar um fórum que contribua para a melhoria global da cidade e da sua relação com organismos, empresas e cidadãos.
Neste âmbito, realizou-se no passado dia 17 de Dezembro, o debate subordinado ao tema "Segurança na Cidade". Consideramos que este evento constituiu uma oportunidade para todos os que moram e trabalham em Lisboa abordarem questões estruturais como a segurança na capital e respectivos impactos nas pessoas e nas empresas.
Os presentes tiveram a oportunidade de verificar a preocupação e empenhamento das entidades intervenientes, como a Polícia de Segurança Pública, as Juntas de Freguesia, as empresas de Segurança Privada, os comerciantes, os moradores e respectivas associações e condomínios, na resolução das questões de segurança na cidade e a importância desta na qualidade de vida dos cidadãos e no sucesso da actividade empresarial, no turismo e no comércio.
Verificou-se no decorrer do debate que não são só os crimes violentos que criam na população da cidade tanto moradores, trabalhadores, estudantes, veraneantes, turistas, etc., a sensação de insegurança. Existem outros factores que vão desde o pequeno crime, furtos, actividades socialmente marginais, zonas com grupos expatriados desintegrados, degradação social, desertificação de zonas, etc., que também provocam esse sentimento.
No final foi opinião comum a todos, que ainda há muito para ser feito em relação a este tema. Que, à semelhança dos casos de sucesso apresentados, todos devem contribuir de forma activa remando na mesma direcção, necessitando cada vez mais do empenhamento da sociedade civil e também do envolvimento por parte do sector político, no diálogo com estes agentes na consciencialização da realidade e no apoio à resolução desta temática.
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